Psicóloga Infantojuvenil · CRP 07/15446

Um espaço para compreender sua criança com mais clareza

Quando uma criança sofre, a família muitas vezes sente junto. Podem aparecer dúvidas sobre limites, sono, telas, medos, concentração, humor ou comportamentos que parecem diferentes do esperado.

Reconhecer o que está acontecendo pode ser o primeiro passo para pedir ajuda.

Escuta sem pressa
Raquel Lhullier, Psicóloga Infantojuvenil
+20 anos de experiência
O que fica por baixo

Nem tudo aparece da forma que parece

Às vezes, o comportamento da criança é só a parte mais visível de algo que ainda não encontrou palavras. Mudanças na família, perdas, inseguranças, medos, excesso de estímulos, cansaço ou dificuldades na rotina podem aparecer como agitação, resistência, choro, irritação ou dificuldade para dormir.

Nem sempre a criança sabe explicar o que sente. Nem sempre os pais conseguem entender sozinhos. Por isso, antes de pensar em corrigir um comportamento, pode ser importante compreender o que ele comunica.

Algumas perguntas precisam de um espaço mais cuidadoso para aparecer.

Sono e rotina

Dificuldade para dormir, pesadelos, resistência às rotinas do dia a dia.

Comportamento e limites

Agitação, irritação, birras intensas ou retraimento que preocupam a família.

Escola e concentração

Dificuldade de atenção, queixas escolares ou resistência em ir para a aula.

Medos e ansiedade

Medos intensos, preocupações excessivas ou sintomas físicos sem causa orgânica.

Mudanças familiares

Separações, perdas, nascimento de irmãos ou outras transições importantes.

Dúvidas dos pais

Como falar sobre telas, limites, tristeza ou situações difíceis com seus filhos.

Raquel Lhullier em atendimento
Formada desde 2002
UCPel · Psicologia
Uma outra perspectiva

Não é só comportamento

Antes de pensar que a criança está desobediente, difícil ou fazendo de propósito, pode ser importante olhar para o que acontece por trás da reação. Medos, insegurança, cansaço, mudanças na rotina ou emoções intensas podem aparecer no corpo, no sono, nas brincadeiras, na escola e nos limites.

Quando a família busca ajuda, ela não está admitindo fracasso. Está reconhecendo que algumas situações precisam de escuta, orientação e um olhar clínico mais cuidadoso.

É a partir dessa escuta que o processo terapêutico começa a fazer sentido.

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Como funciona

O caminho na prática

O processo começa com uma escuta inicial cuidadosa e vai se construindo com segurança e critério clínico — sem pressa, sem respostas prontas.

1

Entrevista inicial

Uma conversa com os responsáveis para compreender a criança dentro da sua história e rotina.

2

Sessões com a criança

Conversa, brincadeiras e atividades para acessar emoções, pensamentos, medos e formas de relação.

3

Olhar para o contexto

Sono, escola, alimentação, telas, mudanças familiares e rotina entram na compreensão clínica.

4

Acompanhamento contínuo

O processo inicia com encontros semanais e pode ser ajustado com a família conforme a evolução.

A abordagem

Cuidado com método

A base do trabalho reúne Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Focada na Compaixão para compreender a criança em seus pensamentos, emoções, comportamentos e vínculos.

Olhar para o contexto

A criança não é vista separada da sua rotina, das mudanças familiares, da escola e dos vínculos importantes.

Vínculo com a criança

O processo respeita o tempo de aproximação, usando brincadeiras, atividades e conversa em linguagem acessível.

Família como parte do cuidado

Pais e responsáveis participam com entrevistas, orientações e reavaliações ao longo do acompanhamento.

Escuta sem julgamento

O espaço terapêutico não busca apontar culpa, mas compreender o que precisa ser cuidado com mais atenção.

Criatividade com direção clínica

Histórias, atividades e recursos lúdicos entram na sessão com intenção, não como distração ou improviso.

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Quem sou

Presença, vínculo e cuidado

Ao longo da minha trajetória, fui entendendo que a infância precisa de espaços onde a sensibilidade não seja tratada como problema. Muitas crianças chegam à terapia sem saber explicar o que sentem, e muitos pais chegam tentando fazer o melhor, mesmo quando se sentem inseguros, cansados ou sem direção.

Meu trabalho parte dessa compreensão. Escuto a criança, os responsáveis e, quando necessário, outros contextos importantes da sua rotina.

TCC Infantojuvenil Terapia Focada na Compaixão Mindfulness Medicina do Sono Autora de livros
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Raquel Lhullier em seu consultório
Sobre o atendimento

Você não precisa chegar com certeza

O processo terapêutico inclui entrevista inicial com os responsáveis, sessões com a criança, acompanhamento da família e reavaliação dos objetivos ao longo do tempo.

Você pode entrar em contato por WhatsApp ou e-mail para tirar dúvidas sobre o atendimento. Não é necessário ter certeza sobre iniciar agora para fazer uma primeira pergunta.

Presencial · Pelotas - RS
Online · Todo o Brasil
Uma conversa inicial pode ajudar você a entender os próximos passos.
Conversar pelo WhatsApp psicraquelbl@gmail.com
R. Gomes Carneiro, 2064 · Centro · Pelotas - RS
Dúvidas frequentes

Perguntas que podem surgir

É comum ter dúvidas antes de iniciar um processo terapêutico, especialmente quando envolve uma criança. Nenhuma pergunta é pequena demais.

Como explico para a criança que ela vai à psicóloga? +
Você pode apresentar a terapia como um espaço de cuidado, não como punição. Assim como existem médicos que cuidam do corpo, a psicóloga ajuda a criança a conhecer melhor suas emoções, pensamentos e relações. A ideia é que ela entenda que todos estarão trabalhando juntos por um tempo.
Como funciona a primeira conversa com os responsáveis? +
A primeira conversa acontece com os responsáveis, sem a participação da criança. Nesse encontro, falamos sobre as queixas iniciais, a rotina, a história da criança, o sono, a escola, a alimentação, as mudanças recentes e quem participa do cuidado no dia a dia.
E como é a primeira sessão da criança? +
A criança é recebida com calma, respeitando sua idade e seu ritmo. Apresento o espaço, pergunto como ela gosta de ser chamada e procuro entender o que ela sabe sobre estar ali. A sessão pode incluir conversa, brincadeiras e atividades para começarmos a nos conhecer.
E se a criança não quiser ir à sessão? +
A resistência precisa ser escutada com cuidado, sem briga ou imposição. Às vezes, ela diz algo sobre medo, cansaço, rotina ou sobre como a criança entendeu a ideia de ir à terapia. Podemos conversar sobre isso com os responsáveis e pensar juntos no melhor caminho.
A criança precisa saber o que dizer? +
Não. A criança não precisa chegar sabendo explicar tudo, nem se comportar de um jeito específico para agradar. O espaço é dela. Aos poucos, por meio de conversa, brincadeiras e atividades, vamos encontrando formas de entender o que ela sente e vive.
Terapia é só para momentos de crise? +
Não. A família pode buscar terapia por muitos motivos — mudanças no comportamento, emoções intensas, medos, dificuldades no sono, dúvidas sobre limites, pedidos da escola ou orientação médica. Às vezes, a busca começa simplesmente porque algo parece precisar de mais atenção.
Como funciona o atendimento online com crianças? +
O atendimento online segue etapas semelhantes ao presencial, com entrevista inicial, contrato, autorização e cuidado com sigilo. É importante que a criança tenha privacidade, fone de ouvido quando necessário e algum familiar disponível em casa. Os recursos da sessão são adaptados para esse formato.
Como funcionam faltas e remarcações? +
Os pagamentos costumam acontecer no início do mês, conforme o número de sessões previstas. Quando houver impedimento, o ideal é avisar com pelo menos 24 horas de antecedência para tentarmos remarcar. Se eu precisar remarcar, a sessão não será cobrada e combinaremos um novo horário.

Se ficou alguma dúvida, você pode escrever com calma antes de decidir iniciar.

Pronto para dar o primeiro passo?

Você não precisa ter todas as respostas. Uma conversa inicial já pode ajudar a entender o caminho.

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