A base do trabalho reúne Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Focada na Compaixão — abordagens com evidência clínica e sensibilidade para a infância.
A Terapia Cognitivo-Comportamental e a Terapia Focada na Compaixão ajudam a compreender como a criança sente, pensa, reage e se relaciona. No atendimento infantil, essa compreensão também inclui a família, a escola, a rotina, o sono, os medos e as mudanças que podem atravessar a infância.
É uma forma de cuidado com base clínica, indicada quando o comportamento da criança parece pedir uma escuta mais atenta e uma orientação profissional.
A criança nem sempre consegue explicar com palavras o que sente. Às vezes, o sofrimento aparece de outras formas.
Dores de barriga, de cabeça, tensão ou cansaço sem causa orgânica.
Dificuldade para dormir, pesadelos frequentes ou resistência à hora de dormir.
Agitação, birras intensas ou explosões emocionais que desconcertam os adultos.
Dificuldade de concentração, inquietação constante ou hiperatividade.
Medos intensos, evitações ou preocupações excessivas para a idade.
Dificuldade com regras, conflitos repetidos em torno dos limites do dia a dia.
O comportamento não é visto como algo isolado. Ele pode comunicar emoções, necessidades, inseguranças ou experiências que ainda não foram organizadas pela criança e pela família.
Nas sessões, a criança é recebida em uma linguagem compatível com sua idade. A conversa pode acontecer junto com brincadeiras, atividades, histórias e recursos que ajudam a aproximar a criança do que ela sente.
A escuta não fica apenas no comportamento visível. Ela busca entender pensamentos, emoções, vínculos e situações da rotina que possam estar relacionados à queixa.
Com os responsáveis, o trabalho inclui orientação, reflexão e reavaliação do processo, sempre respeitando o sigilo, a autorização necessária e o tempo da criança.
Conversa, brincadeiras e atividades em linguagem acessível à sua idade.
Orientação, psicoeducação e reflexão sobre o que acontece em casa e na rotina.
Quando necessário, contato com a escola e outros profissionais, com critério e sigilo.
O processo ajuda a entender o que se repete e por quê.
Construir novas perspectivas sobre a criança, sem pressa e sem culpa.
Sigilo, ética e cuidado clínico em cada etapa do processo.
A psicoterapia infantil não é uma conversa solta, nem um espaço para corrigir a criança. É um processo clínico que busca compreender o que ela vive, como expressa suas emoções e de que forma a família pode participar desse cuidado.
Graduação em Psicologia desde 2002.
Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental infantojuvenil.
Formação na Inglaterra, aprovada pela Sociedade Britânica de Psicologia.
Capacitação multiprofissional pelo Instituto do Sono.
Treinamento pelo Mindful Schools.
Formação em Psicodrama e Body in Mind Training.